Pink Floyd – Dark Side of The Moon

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Nos anos de 1970, o rock progressivo, de virtuosos e músicas longas, tomava de assalto o mercado fonográfico. Bandas como Yes, King Crimsom e Genesis, entre outras, traziam seus experimentos musicais para o mainstream. Nesse mesmo período, nascia The Dark Side of The Moon, considerado um dos melhores álbuns do estilo – para muitos críticos, o melhor. Dark Side of The Moon apresentava um Pink Floyd maduro, interpretando pérolas do rock como Money, Time e The Great Gig in The Sky (essa com a excelência de Clare Torry nos vocais sob um fundo do velho órgão Hammond). Além de um álbum estupendo, The Dark Side of The Moon é o primeiro da banda no formato que seria adotado, posteriormente, pelo Pink Floyd, o concept album. Sobre o conceito do álbum, David Gilmour declarou: “São todas as pressões da vida moderna que podem nos levar à loucura. Essas pressões têm por nome dinheiro, viagens, planejamento, que nós músicos sentimos muito mais que o homem da rua. Quando tudo vacila, chega-se ao estado patológico do lunático”. Para conceber mais vida aos temas do álbum, o Pink Floyd – e, nesse caso, tendo como cabeça Nick Mason, o baterista da banda – usou e abusou de efeitos sonoros, tais como: batidas de coração, respiração, passos, relógios, risos histéricos, gritos, moedas caindo e caixas registradoras. E, como não poderia deixar de ser, Roger Water usa os versos de Brain Damage para homenagear o líder da banda, Syd Barrett: “The lunatic is on the grass. Remembering games and daisy chains and laughs.”. Dark Side of The Moon faz parte da discoteca básica de todo roqueiro que se preze.

Alguns números de Dark Side Of The Moon:
mais de 20 milhões de cópias de vendidas
permanência por 630 semanas consecutivas nas listas dos mais vendidos da Bilboard

Time – versão do álbum Pulse

Um trecho do especial sobre o álbum:

Você ouve Pink Floyd nas noites do Crossroads

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