Zeca Pagodinho e Martinho da Vila – Mulheres
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Hoje é o dia internacional da mulher e essa é nossa homenagem ao sexo feminino. Confira a versão de Mulheres, composição de Martinho da Vila interpretada pelo próprio autor e Zeca Pagodinho.
Você ouve os clássicos da MPB nas noites do Matriz & Filial
Walter Alfaiate
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Rio – Morreu na tarde de sábado – dia 27 de Fevereiro – o sambista Walter Alfaiate, de 79 anos. Desde o final do ano passado recebendo cuidados especiais por conta da saúde frágil, Alfaiate estava internado no Hospital da Lagoa, na zona sul, e morreu por volta da 17 horas em decorrência de falência múltipla dos órgãos. O corpo seria vela do na sede do clube Botafogo, no bairro onde o sambista passou toda sua vida.
Alfaiate – que, de fato, exercia a profissão que lhe deu apelido – começou a despontar nos anos 60, com a participação em rodas no Teatro Opinião e de shows na boate Bolero. Teve músicas gravadas por João Nogueira e Paulinho da Viola na década de 70 e foi “redescoberto” pela mídia nos anos 90, também com apoio de Paulinho. Seu primeiro disco, “Olha Aí” foi gravado em 1998.
No final do ano passado, sambistas como Monarco, Alcione e Arlindo Cruz reuniram-se no show beneficente “Samba para Alfaiate”, no Circo Voador, com o objetivo de arrecadar recursos para ajudar no tratamento médico do sambista.
Fonte: Uol Notícias
Você ouve os grandes sucessos da MPB nas noites do Matriz & Filial
Moacir Santos
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Moacir Santos (Serra Talhada, então Vila Bela, 11 de julho de 1926 — Pasadena, 18 de julho de 2006) foi um arranjador, compositor, maestro e multi-instrumentista brasileiro.
Iniciou sua carreira no sertão pernambucano como integrante de bandas. Na década de 1940 mudou-se para o Rio de Janeiro, e nessa cidade foi contratado pela Rádio Nacional. Durante dois anos, morou em São Paulo, onde regeu a orquestra da TV Record, voltando logo em seguida para o Rio de Janeiro. Em 1967 mudou-se para Los Angeles pois fora convidado para a estréia mundial do filme “Amor no Pacífico”, do qual havia sido compositor. Estabeleceu moradia fixa na região de Pasadena, na California, onde viveu compondo trilhas para o cinema dando aulas de música. Moacir faleceu em 18 de Julho de 2006, uma semana antes de completar 80 anos.
Realizações da carreira
Conhecido pelo seu virtuosismo, dominava o saxofone, a clarineta, a trompeta, o banjo, o violão e a bateria. Note-se que ele iniciou-se como tocador de clarinete aos 11 anos.
É tido como um dos maiores mestres da renovação harmônica da música popular brasileira (MPB).
Foi parceiro de Vinícius de Morais, e por esse foi homenageado na canção “Samba da Bênção”, com Baden Powell: “Moacir Santos / tu que não és um só, és tantos / como este meu Brasil de todos os santos.”
Foi assistente do compositor alemão Hans Joachim Koellreuter e professor de músicos como Baden Powell, Paulo Moura, João Donato, Nara Leão, Roberto Menescal, Sérgio Mendes e outros importantes nomes
da música brasileira.
Em julho de 2006, ganhou o Prêmio Shell de Música.
Obras
O seu primeiro disco intitula-se “Coisas”, lançado em 1965 pela gravadora Forma. Já morando nos Estados unidos lançou os discos The Maestro(1972), Saudade (1974) e Carnival of the Spirits(1975)pelo selo.
Blue Note, e Opus 3 Nº 1(1978) pelo selo Discovery.
Suas mais conhecidas composições são “Coisa n. 5″, “Menino Travesso”, “Triste de Quem”, “Se Você Disser que Sim” (com Vinícius de Morais) e “Nanã” (com Mário Teles).
Em 2001 sua obra foi novamente lançada no Brasil através do álbum “Ouro Negro” com arranjos e produção de Mario Adnet e Zé Nogueira, e com participações especiais de grandes artistas como Milton Nascimento, Djavan, Ed Motta, Gilberto Gil, João Bosco, João Donato entre outros. Em 2005 foi lançado um DVD com um show da “banda ouro negro” gravado ao vivo no SESC Pinheiros em São Paulo, e um disco, pela biscoito fino, com várias composições do inicio da carreira do Maestro, nunca antes gravadas chamado “Choros & Alegria”.
fonte: wikipedia
Ouça Kamba, música de Moacir Santos
Águas de Março
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Águas de Março é uma canção do compositor Tom Jobim.
Em 2001, foi nomeada como a melhor canção brasileira de todos os tempos em uma pesquisa de 214 jornalistas brasileiros, músicos e outros artistas do Brasil conduzida pelo jornal Folha de São Paulo.
Aqui você confere uma versão mais que especial da música, com seu compositor e Elis Regina. A gravação é de 1974 para o programa Fantástico:
Você ouve essa e outras músicas de Tom Jobim nas noites do Matriz & Filial
O aniversário do Rei do Baião
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Luiz Gonzaga do Nascimento (Exu, 13 de dezembro de 1912 — Recife, 2 de agosto de 1989) foi um compositor popular brasileiro, conhecido como o “rei do baião”. É considerado mestre do cantor Dominguinhos.
Nasceu na fazenda Caiçara, no sopé da Serra de Araripe, na zona rural de Exu, sertão de Pernambuco. O lugar seria revivido anos mais tarde em “Pé de Serra”, uma de suas primeiras composições. Seu pai, Januário, trabalhava na roça, num latifúndio, e nas horas vagas tocava acordeão (também consertava o instrumento). Foi com ele que Luiz Gonzaga aprendeu a tocá-lo. Não era nem adolescente ainda, quando passou a se apresentar em bailes, forrós e feiras, de início acompanhando seu pai. Autêntico representante da cultura nordestina, manteve-se fiel às suas origens mesmo seguindo carreira musical no sul do Brasil. O gênero musical que o consagrou foi o baião. A canção emblemática de sua carreira foi Asa Branca, que compôs em 1947, em parceria com o advogado cearense Humberto Teixeira.
Antes dos dezoito anos, ele se apaixonou por Nazarena, uma moça da região e, repelido pelo pai dela, o coronel Raimundo Deolindo, ameaçou-o de morte. Januário e Santana lhe deram uma surra por isso. Revoltado, Luiz Gonzaga fugiu de casa e ingressou no exército em Crato, Ceará. A partir dali, durante nove anos ele viajou por vários estados brasileiros, como soldado. Em Juiz de Fora-MG, conheceu Domingos Ambrósio, também soldado e conhecido na região pela sua habilidade como acordeonista. Dele, recebeu importantes lições musicais.
Em 1939, deu baixa do Exército no Rio de Janeiro, decidido a se dedicar à música. Na então capital do Brasil, começou por tocar na zona do meretrício. No início da carreira, apenas solava acordeão (instrumentista), tendo choros, sambas, fox e outros gêneros da época. Seu repertório era composto basicamente de músicas estrangeiras que apresentava, sem sucesso, em programas de calouros. Até que, no programa de Ary Barroso, ele foi aplaudido executando Vira e Mexe (A primeira música que gravou em 78 rpm; disco de 78 rotações por minuto), um tema de sabor regional, de sua autoria. Veio daí a sua primeira contratação, pela Rádio Nacional.
Em 11 de abril de 1945, Luiz Gonzaga gravou sua primeira música como cantor, no estúdio da RCA Victor: a mazurca Dança Mariquinha em parceria com Saulo Augusto Silveira Oliveira.
Também em 1945, uma cantora de coro chamada Odaléia Guedes deu à luz um menino, no Rio. Luiz Gonzaga tinha um caso com a moça – iniciado provavelmente quando ela já estava grávida – e assumiu a paternidade do rebento, adotando-o e dando-lhe seu nome: Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior. Gonzaguinha foi criado pelos seus padrinhos, com a assistência financeira do artista.
Em 1948, casou-se com a pernambucana Helena Cavalcanti, professora que tinha se tornado sua secretária particular. O casal viveu junto até perto do fim da vida de “Lua”. E com ela teve outro filho que Lua a Chamava de Rosinha.
Gonzaga sofria de osteoporose. Morreu vítima de parada cardiorespiratória no Hospital Santa Joana, na capital pernambucana. Seu corpo foi velado em Juazeiro do Norte e posteriormente sepultado em seu município natal. Sua música mais famosa é Asa Branca.
Confira a vida do viajante com Luiz Gonzaga, Gonzaguinha e Wagner Tiso
fonte: wikipedia
Você ouve Luiz Gonzaga nas noites do Matriz & Filial
Bossacústica & Promoção de quinta!
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Nessa quinta-feira, o Matriz & Filial apresenta atrações no palco, bar e cozinha. Confira:
no palco, show com Bossacústica, à partir das 20h
no bar, double drink de chopp Xingu até as 23h
na cozinha, 50% de desconto para novos petiscos e comidinhas de boteco: porção de palito de queijo coalho, bolinho de barreado com banana, sanduíche de pernil e besteira de bar. Promoção válida até as 21h
Serviço
Bossacústica
Matriz & Filial
quinta-feira 26/11
Av. Iguaçú, 2.300
reservas pelo telefone 3343.3063
Ela & Os Demais
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Nesta quarta, o Matriz & Filial apresenta a banda Ela & Os Demais. Curta o melhor da MPB no show “músicas de bar”.
Serviço
Ela e os Demais com o show Músicas de Bar
Matriz & Filial
quarta-feira 25/11
Av. Iguaçú, 2.300
reservas pelo telefone 3343.3063
Jards Macalé – Vapor Barato
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Wally Salomão dispensa apresentações. Essa é a versão original de sua poesia, Vapor Barato. Difícil alguém que não conheça os versos “oh, sim, eu estou tão cansado, mas não pra dizer, que eu não acredito mais em você…”
Você ouve “Vapor Barato” e outras pérolas da MPB nas noites do Matriz & Filial
Paulinho da Viola – Sinal Fechado
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Mais uma ilustre figura da MPB comemora aniversário essa semana: Paulinho da Viola. Confira um pouco do histórico do compositor.
Paulo César Batista de Faria, mais conhecido como Paulinho da Viola, (Rio de Janeiro, 12 de novembro de 1942) é um cantor, compositor e violonista brasileiro, filho do violonista César Faria (do conjunto de choro Época de Ouro).
No início de carreira Paulinho foi parceiro de nomes ilustres do samba carioca, como Cartola, Elton Medeiros e Candeia, entre outros. Destaca-se como cantor e compositor de samba, mas também compõe choros e é tido como um dos mais talentosos representantes da chamada Música Popular Brasileira.
Paulinho da Viola é portelense, desfilando todos os anos com a escola. É fanático torcedor do Vasco
você ouve Paulinho da Viola nas noites do Matriz & Filial
Aniversário de Ary Barroso!
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Aniversário de Ary Barroso – 7 de Novembro
A história cronológica de Ary Barroso
1903 Em 7 de novembro nasce, na cidade de Ubá, em Minas Gerais, Ary Evangelista Barroso.
1911 Seus pais morrem e ele passa a ser criada pela avó, Gabriela Augusta de Rezende, e pela tia professora de piano, Rita Margarida de Rezende.
1915 Começa a trabalhar como pianista auxiliar no Cine Ideal, apesar do empenho da avó e da tia em fazê-lo padre.
1918 Aos 15 anos, compõe o cateretê “De longe” e a marcha “Ubaenses Gloriosos”.
1920 Muda-se para o Rio de Janeiro.
1921 Matricula-se na Faculdade de Direito.
1922 Reprovado na faculdade, começa a fazer fundo musical para filmes mudos no Cine Íris.
1923 Passa a tocar com a orquestra do maestro Sebastião Cirino.
1928 Contratado pela orquestra do maestro Spina, de São Paulo, para uma temporada em Santos e Poços de Caldas. Nessa época, Ary resolve dedicar-se à composição. Compõe “Amor de mulato”, “Cachorro quente” e “Oh! Nina”, em parceria com Lamartine Babo.
1929 A música “Vamos deixar de intimidade” é gravada por Mário Reis e se transforma no seu primeiro sucesso. Conclui a Faculdade de Direito.
1930 Fica em primeiro lugar no concurso da Casa Edisor com a marcha “Dá nela”. Com o dinheiro do prêmio, casa-se com Ivone Belfort de Arantes.
1931 Ary escreve a música “A grota funda”, que, depois, tem a letra alterada por Lamartina Babo e se transforma no sucesso “O rancho fundo”.
1932 Vai trabalhar na Rádio Phillips como pianista, mas logo se torna, também, locutor esportivo, humorista e animador.
1934 Cria na Rádio Cosmos, de São Paulo, o programa “Hora H”.
1935 Leva o programa “Hora H” para a Rádio Cruzeiro do Sul, no Rio de Janeiro.
1937 Lança, na Rádio Cruzeiro do Sul, o programa “Calouros em Desfile”, onde obrigava os candidatos a só cantarem músicas brasileiras. Depois, essa atração vai para a TV Tupi.
1938 Vai para a Rádio Tupi onde atua como lucutor, comentarista, humorista e ator.
1939 Lança, no espetáculo ‘Joujox et balagandans’, de Henrique Pongetti, o samba “Aquarela do Brasil”.
1944 Pela primeira vez, vai aos Estados Unidos e compõe, para o filme ‘Brasil’, a música “Rio de Janeiro”, que é indicada ao Oscar.
1946 Ary é eleito o segundo vereador mais votado do Rio de Janeiro, então Distrito Federal.
1955 No dia 7 de setembro, Ary e Villa-Lobos se encontraram no Palácio do Catete para receber a Ordem do Mérito, concedida pelo Presidente da República, Café Filho.
1960 É nomeado Vice-presidente do Departamento Cultural e Recreativo do Clube de Regatas Flamengo.
1961 Ary adoece de cirrose hepática e muda-se para um sítio em Araras.
1962 Parcialmente restabelecido, volta ao Rio e retoma seu progama da rede Tupi, “Encontro com Ary”.
1963 No final do ano tem nova crise de cirrose hepática.
1964 No dia 9 de fevereiro, falece o compositor brasileiro mais conhecido no seu país e no exterior.
confira o trecho de um documentário sobre o compositor exibido na Globo News
fonte: site oficial do cantor
você ouve Ary Barroso nas noites do Matriz & Filial



