Duff McKagan no estúdio com o Jane’s Addiction
Postado por Julian Barg | Na Categoria Rock News

Quando, há cerca de um mês, foi anunciada a saída de Eric Avery, baixista do Jane’s Addiction, ficou a esperada dúvida sobre quem entraria no lugar. Avery disse que faria os últimos shows da turnê australiana da banda, mas não faria parte das gravações do novo disco, que deveriam começar imediatamente após a turnê. O Jane’s Addiction manteve segredo por um tempo, mas parece que resolveram escancarar para o mundo o que rola entre as quatro paredes do estúdio. Dave Navarro postou em seu Twitter uma foto da banda tocando com ninguém menos que Duff McKagan (ex-Guns N’ Roses, Velvet Revolver). Na foto, pode-se ver a banda toda: Navarro, o vocalista Perry Farrell e o baterista Stephen Perkins, além de Duff, claro. Será que McKagan entrou definitivamente na banda? O Jane’s Addiction não deu nenhuma declaração oficial ainda e, pelo que parece, no mundo da música essa participação não era segredo algum, pois até mesmo Slash, companheiro de Duff no Velvet Revolver, sabia que Duff estava gravando com o Jane’s Addiction. Enquanto o Velvet Revolver não volta, as pedras vão rolando…
Dave Mustaine explica por que James LoMenzo saiu do Megadeth
Postado por Julian Barg | Na Categoria Rock News

Depois da notícia de que David Ellefson, o baixista original do Megadeth – e braço direito de Dave Mustaine (foto) – voltou para a banda, muita gente ficou querendo saber por que James LoMenzo saiu (ou foi tirado) da banda. Em recente entrevista para a Rock Radio, Mustaine explicou um pouco do que aconteceu. Durante as gravações de um faixa “secreta” chamada Sudden Death, Mustaine percebeu que “algo estava faltando” nas linhas de baixo da música. Quando ele diz “algo estava faltando”, leia-se “as linhas de baixo de LoMenzo não estavam à altura da música”. Imediatamente, Mustaine decidiu resolver as brigas antigas com Ellefson e chamá-lo de volta à banda. LoMenzo dançou. Sobre a faixa “secreta”, Mustaine declarou: “Nós começamos a gravação com LoMenzo e terminamos com Ellefson. Quando você troca de cavalo no meio da travessia do rio, tem 50% de chances de afundar. Nós chegamos do outro lado em melhores condições”. Ok, mas LoMenzo ficou na banda por quatro anos. Será que Mustaine demorou tudo isso para concluir que ele não era um bom baixista?
Astrud Gilberto, grande nome da bossa nova e do jazz, completa 70 anos
Postado por Dose Dupla | Na Categoria Bar Curitiba, Gente Boa, Velha Guarda Convida
Nesta segunda-feira (29), uma das maiores intérpretes brasileiras completa 70 anos de idade. Registrada com o nome Astrud Evangelina Weinert, essa baiana por parte de mãe e alemã por parte de pai tornou-se Astrud Gilberto, cantora de jazz e bossa nova de renome internacional.
Nascida em 29 de março de 1940, na capital baiana, Astrud saiu de Salvador ainda muito nova e mudou-se para o Rio de Janeiro onde, já em meados dos anos 50, mostrava seu interesse pela música, se apresentando em pequenos bares. Foi quando conheceu o “pai da Bossa Nova”, João Gilberto. Apaixonaram-se e não demorou muito para o casamento, que aconteceu em 1959.
Junto com o marido, Astrud se mudou em 1963 para os Estados Unidos, onde reside até hoje. Já fora do Brasil, participou da gravação do emblemático disco Getz/Gilberto em 1963, com o saxofonista Stan Getz e o músico Tom Jobim. Sua estreia profissional acontecia ali, na canção que lhe tornaria mais reconhecida: a versão, em inglês, de Garota de Ipanema, que venceu o Grammy de Melhor Canção em 64.
A ideia de Astrud cantar veio do próprio marido que, sem conseguir interpretar a música de Tom e Vinícius em inglês, chamou a mulher. Porém, durante as apresentações do grupo, descobriu que Astrud tinha medo do palco, o que não lhe tirou o mérito de ser um nome forte no jazz americano e na bossa nova.
Separada de João Gilberto em 1964, Astrud permaneceu nos EUA, como crooner do grupo de Getz e solista, lançando diversos discos. Entre outros clássicos, podemos incluir canções como The Shadow of your Smile, It Might as Well be Spring, Fly Me to the Moon, Look to the Rainbow e Love Story. Já no primeiro disco solo, The Astrud Gilberto Album, a cantora tornou-se um sucesso de vendas e crítica. Além disso, fez rápida participação nos filmes The Hanged Man e Get Yourself a College Girl, ambos de 1964. A ligação com o cinema se estendeu na trilha de Chamada para um Morto (1967), produzida por Quincy Jones, na qual interpretou a canção Who Needs Forever? no longa do diretor Sidney Lumet.
Com participação em inúmeros programas de TV na Europa, Japão e África, Astrud chegou ao auge da carreira nos anos 70, quando lançou dois álbuns de sumária importância: Astrud Gilberto Now (1972) e That Girl From Ipanema (1977), que conta com a canção Far Away, interpretada em dueto com o mito e ídolo da juventude da cantora: o trompetista Chet Baker. Em 1976, Astrud conquistou um prêmio no Festival de Música de Tóquio com a canção Live Today e consolidou sua carreira, dessa vez como compositora dez anos depois com o álbum Astrud Gilberto Plus The James Last Orchestra.
Nos anos 80, Astrud criou sua própria banda e saiu em turnê mundial, mesma época em que formou sua própria produtora, a Gregmar, lançando discos nos EUA, Europa e Ásia. Em 1992, recebeu o Latin Jazz USA Award for Lifetime Achievement e, em 1996, gravou com o cantor George Michael a clássica canção do ex-marido João Gilberto, Desafinado, que entrou na coletânea Red Hot + Rio.
Em 2002, um ano após sua decisão de retirar-se da vida pública, Astrud foi incluída no International Latin Music Hall of Fame e lança o box Jungle, com obras de autoria própria, além de dez novas composições. Em 2008, recebeu o prêmio Lifetime Achievement no Grammy Latino de 2008, pela importância de sua obra. Atualmente, permanece fora da vida pública, dedicando-se à pintura e à escrita, além de repudiar firmemente, em seu site oficial, os maus-tratos aos animais.
FONTE: TERRA
MOTOROCKER
Postado por Dose Dupla | Na Categoria Gente Boa, Sem categoria, Welcome to Crossroads
MOTOROCKER nasceu em 1993, na cidade de Curitiba consagrando-se, inicialmente, no sul do Brasil, como banda-tributo ao AC/DC. A banda conquistou e atraiu fãs, pelo desempenho no palco, qualidade e fidelidade ao som original do AC/DC. Nesta mesma época, o MOTOROCKER fez suas primeiras composições e começou a repercutir na mídia.
O maior reconhecimento da época veio em 1996 quando o AC/DC, na turnê do álbum Ballbreaker, tocou no Brasil. Na ocasião, os Motorockers encontraram-se com Brian Johnson e os guitarristas (e irmãos) Angus e Malcolm Young, que se disseram impressionados com a qualidade das interpretações de suas músicas e revelaram que o Motorocker havia sido a melhor banda-tributo que eles haviam ouvido até então.
Eles poderiam ter parado por aí, mas resolveram investir na carreira autoral. Eles escreveram músicas novas e, com outras já prontas, lançaram em 2006, seu primeiro álbum, intitulado Igreja Universal do Reino do Rock. O disco contém músicas próprias, sendo cinco em português e cinco em inglês, sendo que uma delas é o clássico do AC/DC, Back in Black, cujos direitos de gravação foram cedidos pela banda australiana.
Partindo da idéia de que existem igrejas para todas as crenças, eles resolveram descrever a congregação dos seus sonhos, que reuniria quem curte o rock’n'roll e sua filosofia libertária. O disco foi muito bem recebido pelo público brasileiro e pela crítica especializada, em especial as revistas Guitar Player Brasil, Roadie Crew e Rock Brigade, esta tendo destacado a banda em três de suas edições. Além disso, o disco ficou em primeiro lugar nas paradas de rádios de Rock do país.
Como uma prova de seu talento e carisma, a banda teve a oportunidade de dividir o palco com bandas com bandas como o DEEP PURPLE, GLENN HUGUES, MOTÖRHEAD, NAZARETH, SUICIDAL TENDENCIES, BIOHAZARD, MISFITS, SEPULTURA, entre outras.
O Motorocker foi selecionado, juntamente com o Metallica e o Guns’n’Roses, para participar do disco Ruby Nazareth Tribute. Esse disco produzido pelo fundador do Nazareth, Manny Charlton, contém a interpretação do Motorocker para a música Telegram, muito elogiada pelo próprio Manny.
A banda está atualmente em estúdio gravando o sucessor de seu álbum de estréia. Veja o clipe de “Vamo, vamo” música desse segundo trabalho.
Motorocker é formado por Marcelus (vocal), Luciano Pico (guitarra), Thomas Jefferson (guitarra), Silvio Krüger (baixo) e Juan Neto (bateria).
O mineiro no avião
Postado por Dose Dupla | Na Categoria Bar Curitiba, Conversa Fiada? Só se for agora
Um mineiro foi escolhido por sua empresa pra fazer uma viajem de negócios de Belo Horizonte a São Paulo. Era sua primeira viajem de avião. O mineiro estava muito nervoso, tremendo como vara verde. Parou num restaurante do aeroporto e começou a tomar uma pra acalmar. E assim foi…uma, duas , três, quatro, e tudo regado a torresmo e bilisquetes.
Já no avião ele senta ao lado de um paulista, (desses que fazem musculação) que lê uma revista e nem o cumprimenta. Poucos minutos depois a aeromoça pede para que coloquem o cinto e o vôo logo começa. Turbulência vai, turbulência vem, os comes e bebes vão fazendo efeito e o mineiro vai ficando cada vez mais enjoado.
O paulista dorme com a revista no colo. O mineiro, sem aguentar mais, vomita em cima da revista do paulista, limpa a boca e fica quietinho.
O paulista acorda assustado e olha surpreso para o mineiro que rebate:
- intão moço, cê miorô?
TEXMAN – SEXTA NO CROSSROADS
Postado por Dose Dupla | Na Categoria Sem categoria
Roger Daltrey quer fazer filme sobre baterista do Who Keith Moon
Postado por Dose Dupla | Na Categoria Bar Curitiba, Rock News, Welcome to Crossroads
O cantor do Who Roger Daltrey disse que gostaria de escrever um filme sobre o ex-companheiro de banda Keith Moon.
Daltrey já foi procurado diversas vezes para fazer um filme sobre o baterista, mas nunca ficou satisfeito com o resultado, então está decidido a liderar um projeto.
“O filme sobre Keith Moon depende de alguém sentar comigo e um roteirista por tempo suficiente”, disse o cantor ao jornal “Daily Star”.
“Se eu trabalhar por seis semanas com um roteirista, eu termino o serviço. Tenho tudo em imagens na cabeça. Eu sei como o filme deve ficar, e como a narrativa deve ser estruturada”, completou.
“Mas toda vez que eu deixei isso na mão de outras pessoas, elas disseram, ‘ok, eu sei o que você quer’, e então fizeram algo totalmente diferente do que combinamos, pois eles não sabem o que é estar em uma banda.”
Daltrey, de 66 anos, disse ainda que o roteiro deveria ser escrito por alguém que esteve presente na vida de Moon.
“Esse é um dos problemas com a vida de Keith –tem de ser contada por alguém que esteve lá.”
Assista Keith Moon quase explodindo os ouvidos de Peter Townshend:
Você ouve The Who e os clássicos do rock n’ roll nas noites do Crossroads
Programação da Semana
Postado por Dose Dupla | Na Categoria Sem categoria
MATRIZ & FILIAL
30/03 – TERÇA – Violão e Voz com RAFA GOMES – 20h – (Mpb e Bossa-Nova)
31/03 – QUARTA – BOSSACÚSTICA – 20h – (Novos artistas da Mpb, Pop, Bossa-Nova)
01/04 – QUINTA – BANDA REGRA 4 – 20h – Entrada feminina FREE até às 22h!
02/04 – SEXTA – Gupo RODA VIVA – (Bossa-Nova, Mpb, Chorinho e Samba) Abertura com MPB DUO – 20h
03/04 – SÁBADO – Grupo RODA VIVA – (Bossa-Nova, Mpb, Chorinho e Samba) Abertura com MPB DUO 20h
04/04 – DOMINGO – OS MILAGROSOS DECOMPOSITORES – (Samba-Rock, Funk e Soul) – 20h30
CROSSROADS
31/03 – Quarta PRÓ ROCK COM A BANDA BLINDAGEM! O MAIOR NOME DO ROCK PARANAENSE. ENTRADA FEMININA FREE ATÉ 22HS. DOUBLE DRINK ATÉ AS 23HS.
01/04 – QUINTA ROCK SHOW COM A BANDA THE ELDER! (OS MAIORES CLÁSSICOS DO ROCK)
02/04 – SHOW COM A BANDA TEXMAN (BLUES E ROCK)
03/04 – SÁBADO – SHOW COM CRACKERJACK BAND O MELHOR DO ROCK N BLUES!
Roger Daltrey diz que continua mesmo que o The Who acabe
Postado por Julian Barg | Na Categoria Rock News

Em recente entrevista sobre a série de shows Teenage Cancer Trust, em prol de crianças e adolescentes com câncer, Roger Daltrey afirmou que é possível que o The Who acabe mesmo, mas que isso não o impedirá de continuar cantando. O futuro da banda está incerto devido a um problema auditivo de Pete Townshend. O guitarrista sofre de tinnitus, um constante zumbido no ouvido que faz com que o silêncio deixe de existir. Townshend, assim como Lars Ulrich, do Metallica, que também sofre do mesmo mal, diz que ouve um som constante e que não sabe mais o que é o silêncio. Daltrey, mesmo diante dessa situação, declarou: “Se eu continuaria? Claro que sim. Eu não quero parar de cantar. É claro que não tenho como cantar como há 40 anos, sou realista. Mas quero e vou continuar sim, independentemente do que acontecer com Pete e o The Who”.
Noel Gallagher estreia novo show com músicas do Oasis
Postado por Julian Barg | Na Categoria Rock News

Enquanto seu irmão Liam continua soltando pérolas pela imprensa (recentemente afirmou que o único frontman que se compara a ele é Elvis Presley), Noel Gallagher, o principal compositor do Oasis, estreou seu show solo em Londres, no Royal Albert Hall. O show faz parte do Teenage Cancer Trust, uma série de concertos organizados pelo vocalista do The Who, Roger Daltrey, com o intuito de arrecadar fundos para crianças com câncer. Muitos esperavam que Noel fosse tocar músicas inéditas, em um preview do que seria seu próximo disco solo, mas o guitarrista preferiu fazer um set acústico com músicas do Oasis, principalmente as mais obscuras dos anos 90. Apesar da briga com o irmão, parece que Noel não nutriu maus sentimentos por seus ex-colegas de banda, mesmo que estes continuem com Liam. No show, Noel estava acompanhado de dois membros da banda de Liam, Gem Archer (guitarrista) e Jay Darlington (tecladista), além do percussionista Terry Kirkbride.
