Led Zeppelin – Physical Graffiti
Postado por Dose Dupla | Na Categoria Bar Curitiba, Welcome to Crossroads
Segundo Ian Astbury – The Cult – o Led Zeppelin é “a melhor combinação de voz, guitarra, baixo e bateria de todos os tempos”. Os senhores Plant, Page, Jones e Bonhan chegaram arrebentando logo no seu début – Led I – com “Communication Breakdown”, deram mais esporro com Led II – “whole lotta love” – e daí viraram o rock n’roll de pernas para o ar com o fabuloso Led III – “tangerine”, “immigrant song” e “since i’ve been loving you” – e assim sucessivamente, até chegarem ao Physical Graffiti, este, um daqueles discos em que os caras transpiram criatividade. Um dos mais importantes álbuns do rock e discoteca básica para os amantes da boa música, o álbum duplo do Led traz clássicos como “In the light”, “In my time of Dying”, “The Rover” – um dos rocks mais sensacionais que já ouvi – e, lógico, “Kashmir”, uma música que grande parte das bandas dos anos de 1980 e 1990 tentaram copiar – em vão, diga-se de passagem. O Led é de uma época em que os gigantes dominavam a terra. E eles eram a nave-mãe.
Assista:
Espaço reservado para você!
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O Dose Dupla criou, em homenagem a sagrada bebida de qualquer bar, boteco, pub e afins, rótulos de cerveja divertidos.
Neles você encontrará cantadas de boteco, aquelas, que depois de alguns copos, você começa a lançar para a moça bonita (não necessariamente) da mesa ao lado. Vai que além da diversão, esses rótulos acabam te dando um empurrãozinho? Faça o download do rótulo e divirta-se colando na sua garrafa de cerveja ou onde preferir. |
Aniversário do Alfredo
Postado por Dose Dupla | Na Categoria Bar Curitiba, Velha Guarda Convida

Alfredo da Rocha Viana Filho nasceu no dia 23 de Abril de 1897 no Rio de Janeiro e essa data passaria despercebida para você não fosse por Carinhoso, uma das composições mais populares do chorinho escrita por ele, o vulgo Pixinguinha.
Você sabia?
Duas das principais composições de Pixinguinha (“carinhoso” e “lamentos”) foram muito criticadas na época em que foram lançadas pela influência do jazz que apresentavam.
No dia 23 de Abril – dia do seu nascimento – é comemorado o Dia Nacional do Choro. Essa data foi instituída em 2000 como homenagem a Pixinguinha.
Cronologia
1911- entra para a orquestra do rancho carnavalesco Filhas da Jardineira;
1914 – aos 17 anos, editou uma música de sua autoria, “Dominante” ;
1917 – gravou um disco – Grupo do Pechinguinha (Odeon);
1918 – forma a pequena orquestra Oito Batutas;
1919 – grava a música “Um a zero” em homenagem ao primeiro título internacional da seleção brasileira;
Década de 1930 – grava muitos discos como instrumentista (destaque também para sua atuação como arranjador);
1942 – faz sua última gravação como flautista num disco com dois choros de sua autoria: “Chorei” e “Cinco”;
1950 – grava como cantor a música de sua autoria – junto com Gastão Viana - Yaô africano;
1955 – grava seu primeiro long play com o nome “Velha Guarda”;
1956 – a rua em que morava, ganha o nome oficial de Pixinguinha;
1958 – o conjunto da Velha Guarda é escolhido pela revista O Cruzeiro para recepcionar os jogadores da seleção brasileira, que chegavam da Suécia após a conquista da Copa do Mundo;
1961 – compôs várias músicas com o poeta Vinícius de Morais para o
filme Sol sobre a lama, de Alex Viany;
1968 – seus 70 anos (na verdade, 71) foram comemorados com um espetáculo
no teatro Municipal que rendeu um disco e exposição no Museu da Imagem e do Som;
1971 – Hermínio Belo de Carvalho produziu um disco intitulado Som Pixinguinha, com orquestra e solos de Altamiro Carrilho na flauta;
17 de fevereiro de 1973 – quando se preparava para ser o padrinho de uma criança na Igreja Nossa Senhora da Paz, em Ipanema, sofreu o último e
definitivo enfarte.
Assista:
Pixinguinha, flautista, saxofonista, compositor, cantor, arranjador e regente é conhecido como um dos principais nomes da MPB.
Pindureta
Postado por Dose Dupla | Na Categoria Bar Curitiba, Conversa Fiada? Só se for agora
E já que o papo é boteco, ninguém melhor que Mussum e Tião Macalé – na fase áurea dos Trapalhões – para transmitir seus conhecimentos sobre o universo etílico.
Assista:

